Quando falamos em festejos Juninos, o que nos vem a mente?
milho, pamonha, bolo de fubá, canjica, milho assado, quadrilha e fogueiras.
quem não lembra daquelas músicas ritimadas?
" Capelinha de melão é de São João; É de cravo é de rosa é de manjericão; São João está dormindo, não acorda não; Acordai, Acordai, Acordai João".
Os mais antigos comemoravam esse dia de forma mais lúdica, prendas, advinhações, promessas feitas ao santo casamenteiros. Em tempos pós modernos, essa festa tem um significado um tanto diferente, é um momento em que os administradores de cidade nordestinas aproveitam-se dessa tradição para incentivar o turismo, o comércio. As quadrilhas que no passado eram puro hobby e diversão, ganham na atualidade uma conotação competitiva e meramente comercial. Mas não deixemos que isso apague a beleza dessa tradição.
Você conhece a história desse dia? não? nem de leve? ah... então deixa eu contar rapidinho essa narrativa. Diz-se que essa festa era comemorada por povos pagãos no mundo antigo, em comemração ao solstício de verão, com o advento do cristianismo a Igreja Católica, viu a necessidade de canalizar essa festividade para o dia do santo, São João.
Quando os portugueses a trouxe para o Brasil, ela chegou mesclada de influências, por exemplo, a dança marcada chamada quadrille dos franceses, a tradição dos fogos de artifícios dos chineses, inventores da pólvora, aqui recebeu influêcias indígenas, afro-brasileiras e dos imigrantes radicados por aqui, na terra brasilllis. Lembra-se os santos, São Pedro, São João e Santo Antônio.
Vejo um certo charme nessas festas, dá a sensação de estarmos vivendo um tempo não vivido, mas que se repete a partir do momento em que mantemos vivo o costume de a perpetuar, embora, ela com o tempo adquira uma feição nova e diferente, ainda assim, ela continua guardando o frisson de tempos não vivido, mas sentido e resgatado pela manutenção da tradição.
No Nordeste, essa época é período de chuvas, portanto alegria se completa para um povo que sofre com a escassez e chuvas, mas esse ano algo destoou, as chuvas torrências em Alagoas e Pernambuco, que devastaram a cidade, são coisas da natureza que é como a caixa de pandora, surpreende sempre nós meros mortais, prestemos nossa solidariedade a esse estado, nosso povo, nossa gente, Brasil!!
Hoje, devido à consciência ecológica, as pessoas têm diminuído o número de fogueiras, ah... isso a natureza agradece, mesmo assim é comum ver em algumas cidades a presença dessa tradição, apinham-se madeiras em frente a porta da casa, reúnem-se os amigos, e tome milho assado, agregou-se aí o churrasco tão famoso como o milho.Nas cidades interioranas, as fogueiras sem dúvidas são presença confirmada, antes mesmo de se começar o dia tão esperado pelos matutos.
As simpatias para arrumar namorado, podem variar, mas aqui vai uma dica para a moça que anda choramingando pelos cantos, basta pegar uma fitinha vermelha e outra banca, pôr no braço do santinho, e rezar o pai nosso, de quebra coloque o santo de cabeça para baixo e espere o atendimento de sua prece, aí o vire agradecida pelo pedido realizado, bom se não der certo a simpatia, fica o charme de uma prática praticada pelos mais antigos, se é verdade ou não, isso é irrelevante, o bom é o prazer de relembrar uma tradição. Afinal, não precisamos da intermediação de imagens pois temos acesso direto a Deus.
O arraiá do nono ano já está pronto, tem zabumba, triângulo, sanfoneiro, acordeon, e cantador. Pedrinho, na zambumba, Chiquinho no triângulo, Josielho na sanfona,
Betinho no acordeon, Tarciso no xote, Diego na cantoria, e pra embelezar a festa, as moças bonitas de se vê, dançam no arraiá da Corené, Lidiana Justo(tempos de matriarcado).
Quem quiser paticipar, traga sua alegria, misturada com muito ritmo para dançar nessa quadrilha.
E para agradar a Coroné, traga muita pamonha, canjica e milho assado, eitaaa... trem bão!!
milho, pamonha, bolo de fubá, canjica, milho assado, quadrilha e fogueiras.
quem não lembra daquelas músicas ritimadas?
" Capelinha de melão é de São João; É de cravo é de rosa é de manjericão; São João está dormindo, não acorda não; Acordai, Acordai, Acordai João".
Os mais antigos comemoravam esse dia de forma mais lúdica, prendas, advinhações, promessas feitas ao santo casamenteiros. Em tempos pós modernos, essa festa tem um significado um tanto diferente, é um momento em que os administradores de cidade nordestinas aproveitam-se dessa tradição para incentivar o turismo, o comércio. As quadrilhas que no passado eram puro hobby e diversão, ganham na atualidade uma conotação competitiva e meramente comercial. Mas não deixemos que isso apague a beleza dessa tradição.
Você conhece a história desse dia? não? nem de leve? ah... então deixa eu contar rapidinho essa narrativa. Diz-se que essa festa era comemorada por povos pagãos no mundo antigo, em comemração ao solstício de verão, com o advento do cristianismo a Igreja Católica, viu a necessidade de canalizar essa festividade para o dia do santo, São João.
Quando os portugueses a trouxe para o Brasil, ela chegou mesclada de influências, por exemplo, a dança marcada chamada quadrille dos franceses, a tradição dos fogos de artifícios dos chineses, inventores da pólvora, aqui recebeu influêcias indígenas, afro-brasileiras e dos imigrantes radicados por aqui, na terra brasilllis. Lembra-se os santos, São Pedro, São João e Santo Antônio.
No Nordeste, essa época é período de chuvas, portanto alegria se completa para um povo que sofre com a escassez e chuvas, mas esse ano algo destoou, as chuvas torrências em Alagoas e Pernambuco, que devastaram a cidade, são coisas da natureza que é como a caixa de pandora, surpreende sempre nós meros mortais, prestemos nossa solidariedade a esse estado, nosso povo, nossa gente, Brasil!!
As simpatias para arrumar namorado, podem variar, mas aqui vai uma dica para a moça que anda choramingando pelos cantos, basta pegar uma fitinha vermelha e outra banca, pôr no braço do santinho, e rezar o pai nosso, de quebra coloque o santo de cabeça para baixo e espere o atendimento de sua prece, aí o vire agradecida pelo pedido realizado, bom se não der certo a simpatia, fica o charme de uma prática praticada pelos mais antigos, se é verdade ou não, isso é irrelevante, o bom é o prazer de relembrar uma tradição. Afinal, não precisamos da intermediação de imagens pois temos acesso direto a Deus.
O arraiá do nono ano já está pronto, tem zabumba, triângulo, sanfoneiro, acordeon, e cantador. Pedrinho, na zambumba, Chiquinho no triângulo, Josielho na sanfona,
Betinho no acordeon, Tarciso no xote, Diego na cantoria, e pra embelezar a festa, as moças bonitas de se vê, dançam no arraiá da Corené, Lidiana Justo(tempos de matriarcado).
Quem quiser paticipar, traga sua alegria, misturada com muito ritmo para dançar nessa quadrilha.
E para agradar a Coroné, traga muita pamonha, canjica e milho assado, eitaaa... trem bão!!

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